Apenas o par de sapatos sujos
largados de qualquer jeito no canto da sala
e um amigo a derramar palavras de sal
no pedaço de papel em branco...
Algo invade o pensamento...
Súcia de escroques facínoras...
Compactuam, conspiram, alimentam...
Sugerem absurdos...
Permito-me sentir tal momento
mesmo que contragosto...
Insisto,
mas o vácuo vazio e profundo
do ser ou não ser permanece a ladear...
E quando sequestram o mundo,
fazem brotar coisas que havia
trancado no baú...
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